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Pela liberdade ao volante

Comunicado de 2007/4/1

ACA-M advoga liberalização dos comportamentos rodoviários

A ACA-M analisou os excelentes resultados da sinistralidade rodoviária no último ano. Demonstram que o nível de civismo dos condutores portugueses encontra-se agora acima da média europeia.

Assim, e após contactos com o governo, a ACA-M decidiu ter chegado o momento de acabar com a atitude repressiva do estado sobre os cidadãos.

Passamos a defender que, sendo os portugueses condutores responsáveis, a existência de limites legais de velocidade não é legítima. Pois os condutores já sabem avaliar o risco de uma condução perigosa. Estas conclusões são suportadas num estudo científico promovido pela ACA-M em parceria com o Automóvel Clube Médico de Portugal.

Deixa também de fazer sentido proibir o uso de telemóvel ao volante, a condução alcoolizada ou sob efeito de drogas. O mesmo vale para o cinto de segurança.

Apelamos por isso ao governo e à Assembleia da República para que estas imposições obsoletas sejam abolidas de imediato.

Mas é evidente que o atropelamento de peões constitui ainda um factor negativo nas estatísticas da sinistralidade.

A ACA-M vem agora advogar que os peões só possam atravessar a rua munidos de pára-choques e airbag, tecnologias de resto já disponíveis em diversos países do norte da Europa. (Os peões devem ainda ser impedidos de utilizar o telemóvel e obrigados a usar cinto).

Finalmente, a Assembleia Geral da ACA-M autorizou a sua direcção a iniciar o processo de transformação desta associação em partido político, para melhor defender o ideário do civismo liberal, e orientando a sua acção pública para a defesa de políticas de prioridade à direita, mas sem cair em excessos que se arriscariam a levar os condutores para a berma das estradas.

Quanto aos ingleses, devem ser impedidos de conduzir pela esquerda no nosso país.

A direcção da ACA-M

ATENÇÃO:
ESTE COMUNICADO É O CONTRIBUTO DA ACA-M PARA O 1º DE ABRIL, DIA DAS MENTIRAS
O seu conteúdo deve apenas ser divulgado nesta data e não corresponde às posições que advogamos habitualmente